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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Atividade de Geografia Urbana

Atividade avaliativa para o Ensino Médio (Terceiro Ano)
01- (UEPB) Assinale com V ou com F as proposições conforme sejam, respectivamente, Verdadeiras ou Falsas no tocante à relação campo/cidade.
( ) O campo precedeu as cidades e era mais importante que elas, no passado, por fornecer-lhes o excedente agrícola e concentrar a maior parte das riquezas e da população.
( ) A urbanização de hoje é mais acelerada em países da África e da Ásia, onde ainda há um predomínio da população rural.
( ) A urbanização que se iniciou e foi muito intensa nos países desenvolvidos que se industrializavam é mais acelerada, hoje, nas nações subdesenvolvidas.
( ) A urbanização dos países subdesenvolvidos, apesar dos problemas apresentados, reflete a modernização dessas sociedades com a mecanização do campo, maior oferta de emprego urbano e a possibilidade de progresso social.
A seqüência correta das assertivas é
a) V F F F b) F F V V c) V F F V d) V V V F e) F F F V
02- (Ufscar) Com a acelerada urbanização da humanidade e o advento de gigantescas aglomerações urbanas, os especialistas no tema e as organizações internacionais logo criaram novos conceitos para dar conta dessas realidades. Dentre eles, existem os conceitos de megalópole, megacidade e cidade global. A respeito desses conceitos, seria correto afirmar que:
I. Megalópole é uma gigantesca aglomeração urbana, com mais de 10 milhões de habitantes e onde há conurbação de inúmeras cidades vizinhas.
II. Cidade global é uma imensa área urbana com uma população de no mínimo 10 milhões de habitantes.
III. Megacidade é uma gigantesca aglomeração urbana com no mínimo 10 milhões de habitantes.
IV. Megalópole é uma região superurbanizada onde, numa pequena extensão de um território nacional, se concentram várias cidades milionárias, que possuem uma vida econômica bastante interligada.
São verdadeiras as afirmativas:
a) I e II. b) II e III. c) III e IV. d) I e IV. e) II e IV.
03- (UNESP) As previsões de especialistas para 2015 projetam que cerca de 33 cidades do mundo terão, pelo menos, 8 milhões de habitantes ocupando 0,4% da área do planeta. Assinale a alternativa que contém o processo descrito e alguns impactos ambientais importantes dele resultantes.
a) Envelhecimento da população; favelas; vossoroca.
b) Globalização; efeito estufa; assoreamento dos rios.
c) Urbanização; segregação espacial; enchentes.
d) Emigração; chuva ácida; migrações pendulares.
e) Favelização; secas; erosão eólica.
04- (Ufam) Das causas abaixo, a única que não contribui para migração campo-cidade é:
a) Mecanização da agricultura.
b) Segregação urbana-espacial.
c) Concentração das terras em mãos de uma minoria de proprietários.
d) Precária condição de vida no campo.
e) Esperança de melhoria de vida na cidade.
05- (Ufam) A urbanização moderna é um processo vinculado:
a) ao Feudalismo.
b) á I Guerra Mundial.
c) á II Guerra Mundial.
d) ás Expansões marítimas, no final do século XV.
e) á Revolução Industrial.
06- (Ufpr) Nos Estados Unidos os maiores aglomerados urbanos estão na:
a) costa nordeste e região dos grandes lagos.
b) região norte, nas proximidades do Canadá.
c) costa do Pacífico.
d) região sul e na região do delta do Mississipi.
e) fronteira com o México.
07- (Ufjf) Leia o texto
“Para avaliar se uma cidade é global, considera-se: o número de escritórios das principais empresas (em contabilidade,consultoria, publicidade, banco e consultorias) a sua rede financeira/bancária, de telecomunicações, etc.. As cidades globais são vetores importantes da globalização. Elas são sede de poder e por meio delas que a economia global é administrada, coordenada e planejada. Elas formam uma rede onde transitam os trilhões que alimentam os mercadosfinanceiros internacionais. [...] Estudos recentes registram 55 cidades globais no mundo”.
Fonte: Maria da Glória in: http://lite.fae.unicamp.br/revista/gohn.html
Com base no texto, pode-se afirmar que cidade global é definida pela:
a) quantidade de habitantes.
b) localização geográfica.
c) influência supranacional.
d) economia sóciodemocrata.
e) reserva de biodiversidade.
08- (Espm) Observe os conceitos urbanos abaixo e indique a alternativa que apresenta a definição e o exemplo corretos:
a) Macrocefalismo – planejamento urbano adequado. Exemplo: Tóquio.
b) Metrópole – conjunto de municípios que se aglomeram em torno de outro principal. Exemplo: Londrina.
c) Megalópole – fusão de metrópoles. Exemplo: Washington-Boston.
d) Conurbação – distanciamento repulsivo entre dois municípios ou mais. Campinas-São Paulo.
e) Cidade global – cidade com capacidade de polarização internacional. Exemplo: Santiago.
09- (Puccamp) Os cenários metropolitanos em todo o Globo têm muitos aspectos em comum: grande concentração de pessoas, um ou mais centros de negócios onde a vida econômica pulsa com intensidade, variada atividade cultural, etc. No entanto, observe as figuras e leia as afirmações a seguir.

Mumbai - Índia

Sem teto – Nova York

I. Embora, atualmente, com ritmos diferentes de crescimento, muitas das metrópoles dos países capitalistas ricos e pobres apresentam problemas ligados à pobreza e marginalização de parte de seus habitantes.
II. As questões ligadas à violência e ao desemprego fazem parte do cotidiano das megacidades subdesenvolvidas, mas não existem nos países ricos.
III. As sub-habitações representam a mais antiga solução para o problema de moradia e, de modo geral, estão situadas em áreas decadentes, nas proximidades do centro das cidades.
Está correto SOMENTE o que se afirma em
a) I
b) II
c) III
d) I e II
e) I e III
10- (Unifesp) Este conceito foi criado na década de 1960 para explicar a formação de uma grande área urbanizada, que se estende por mais de uma metrópole. Trata-se da
a) urbanização acelerada, verificada em países de passado colonial e agrícola.
b) favelização, que afetou países com elevada concentração de renda, como a Índia.
c) periferização, na qual as classes abastadas moram em condomínios fechados.
d) megalopolização, como ocorreu em países como Estados Unidos e Japão.
e) desindustrialização, situação encontrada no nordeste da França.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Formação do Espaço Geográfico Mato-grossense

A primeira passagem do homem branco português pela região onde se localiza os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul se deu por volta de 1525, quando Pedro Aleixo Garcia que navegando pelos rios Paraná e Paraguai alcançou terras da atual Bolívia.
Em 1543, o espanhol Domingos Martines de Irala foi incubido por D Alvares Nuñes Cabeza de Vaca, governador do Estuário do Prata de explorar o rio Paraguai e nas imediações das lagoas que hoje divide os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, denominou um ponto das lagoas de "Puerto de Los Reyes".
O processo de desbravamento das terras mato-grossenses tem suas origens no bandeirantismo, que se subdivide em bandeirantismo apressador – busca e captura de indígenas para o trabalho escravo; e o bandeirantismo prospector – ou seja, a busca de ouro e pedras preciosas.
Por volta do ano de 1717 – 1718, o bandeirante paulista Antonio Pires de Campos, levou para São Paulo, uma grande quantidade de índios coxiponês. No trajeto encontra-se com a expedição de Pascoal Moreira Cabral e passa a este, importante informações sobre a região. Em 1719, Pascoal Moreira Cabral, ao atingir o rio Coxipó (importante afluente do rio Cuiabá), encontra ouro de aluvião e funda o Arraial da Forquilha. No ato de fundação escreve também, uma Carta – Ata dando posse da terra ao Rei de Portugal.
Em 1722, Miguel Sutil, membro da bandeira de Pascoal Moreira Cabral, envia alguns de seus índios para procurar mel silvestre e os mesmos acabam por encontrar ouro na região do Córrego da Prainha. Nesse local é fundada as Lavras do Sutil, povoamento que dá origem a cidade de Cuaibá.
O povoamento deu-se de forma rápida. Para o abastecimento das minas inicia-se a criação de gado na região do Rio Abaixo (atual Santo Antonio de Leverger) e o plantio de agricultura de subsistência na Serra Acima (atual Chapada dos Guimarães). Medicamentos, bebidas, ferramentas e outros produtos importantes vinham diretamente de São Paulo por expedições denominadas “monções” que duas vezes por ano faziam o trajeto numa viagem que durava de quatro a seis meses. Alem das dificuldades naturais como cobras, mosquitos, quedas d’águas, doenças e outras, índios guaicurus e paiaguás, eram ameaças terríveis aos navegadores.
No ano de 1726, o governador da Capitania de São Paulo, Dom Rodrigo Cesar de Menezes, chega a Cuiabá e a mesma é elevada a categoria de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá e torna-se sede da Capitania de São Paulo. Com a chegada da comitiva de Dom Rodrigo, implanta-se as casa de fundição e intensifica a cobrança do “quinto”, o que provoca o esvaziamento das minas que já estavam exauridas.
Em 1734 os irmãos Fernando e Artur Paes de Barros, encontra ouro no vale do Rio Guaporé (rio Galera, região da atual Vila Bela da Santíssima Trindade), e as denominam de “Minas de Mato Grosso”.
No ano de 1748, ocorre o desmembramento da Capitania de São Paulo e o fidalgo português, Antonio Rolim de Moura é o primeiro Capitão – General da Capitania de Mato Grosso. Nesse período a sociedade mato-grossense era basicamente dividida em tres camadas. No topo da pirâmide social mato – grossense estavam os mineradores, proprietários de terras que tinham ouro, comerciantes prósperos, altos funcionários públicos. A classe intermediaria era constituída por homens livres e pobres, mineiros com poucos escravos, pequenos agricultores e outros. A camada mais baixa era composta por índios e negros escravos. Haviam também grupos de negros e criolos escravos fugitivos que formavam os quilombos, comunidades isoladas e autosuficientes com regime monárquico próprio. Entre elas destacam-se as de Piolho e Quariterê e a rainha que mais se destacou foi Tereza de Benguela.
Em 13 de janeiro de 1750, os reis de Portugal e Espanha assinam o Tratado de Madrid, cuidadosamente preparado a partir do princípio do Uti Possidetis – direito de posse –. Pelo Uti Possidetis, a terra deveria ser ocupada por aqueles que já se encontravam estabelecidos nela, com residência fixa e trabalho nas redondezas. Esse tratado favoreceu bastante os portugueses mas serviu para encerrar as contendas. E para se firmar o grande território brasileiro.
Por volta de 1805, a descoberta de diamante e a permissão dada pela Coroa Portuguesa para que particulares explorassem essa riqueza houve então o povoamento da região oeste as margens dos rios Garças e Araguaia e o meio – norte, onde hoje se encontra o município de Diamantino. O esplendor desse período deu-se entre 1805 e 1825.
Os Governadores do Período Colonial
A Capitania de Mato Grosso foi criada 9 de maio em 1748, após ser desmembrada da Capitania de São Paulo e teve os seguintes governantes até 1821: Antônio Rolim de Moura de 1751 a 1765, fundou a primeira capital Vila Bela da Santíssima Trindade; João Pedro Câmara de 1765 a 1769; Luís Pinto de Souza Coutinho de 1769 a 1772, expulsou os jesuítas e fundou vários fortes e povoados; Luis de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres de 1772 a 1789; João de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres de 1789 a 1796; Caetano Pinto de Miranda Montenegro de 1796 a 1802; Manuel Carlos de Abreu e Meneses de 1802 a 1807; João Carlos Augusto d'Oeynhausen e Gravemberg de 1807 a 1819, iniciou a transferência da capital de Vila Bela para Cuiabá; e Francisco de Paula Magessi de Carvalho de 1819 e 1821.
A mudança da capital de Vila Bela da Santíssima Trindade para Cuiabá, foram por motivos de distância e dificuldade de comunicação com os grandes centros do Brasil, o processo de transferência foi iniciada no governo de João Carlos Augusto d'Oeynhausen e Gravemberg e grande parte da administração foi transferida no governo de Francisco de Paula Magessi de Carvalho que por dificuldades na administração, a capital retornou a Vila Bela, somente em 1825 por um decreto de Dom Pedro I a capital ficou definitivamente em Cuiabá.
A Rusga
A Rusga foi um movimento revolucionário que aconteceu no estado de Mato Grosso em 1834. Em 30 de maio daquele ano, um grupo de liberais denominado “Sociedade dos Zelosos da Independência” adversários políticos dos que se denominavam “Sociedade Filantrópica” e que defendiam os privilégios dos portugueses, tomaram o quartel das Guardas Municipais e as ruas da capital Cuiabá em busca de “bicudos”, nome depreciativo dado aos portugueses sob ordem de matar qualquer português que se colocassem no caminho. Centenas de pessoas foram mortas. O Governo Central, que – de imediato – nomeou Antônio Pedro de Alencastro como novo governador da província. Contando com o auxílio da antiga liderança liberal, os cabeças do movimento foram presos e mandados para o Rio de Janeiro.
Cana – de – açúcar, Erva Mate, Poaia e Borracha
A produção de aguardente iniciou-se na região da Chapada dos Guimarães e se espalhou pelas margens do rio Cuiabá, por Leverger, Livramento, Poconé e Cáceres. A produção de açúcar mascavo e aguardente possibilitou que seus proprietários – os coronéis – formassem uma elite com força política suficiente para se impor alternando – se no poder com os representantes da Companhia Erva Mate – Laranjeira.
A erva mate por sua vez foi explorada na região sul do estado, onde hoje é o estado de Mato Grosso do Sul, através de arrendamento de terras devolutas. Um consorcio de 10 representantes formou a Companhia Erva Mate Laranjeira que financiou a abertura de estradas, construção de pontes e foi a grande responsável pela construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. A erva mate foi a responsável pelo surgimento de cidades como Amambaí, Ponta Porã, Porto Murtinho e Dourados e seu ciclo foi de 1822 a meados do século XX.
A poaia por sua vez teve um esplendor curto, de 1878 a 1879 e era extraída da região dos Parecis. Devido ao seu alto valor medicinal era vendia no exterior. A extração da poaia permitiu a origem de cidades como Barra do Bugres.
No caso de cana – de – açúcar, erva – mate e poaia, os trabalhadores eram assalariados mas a relação transformava o mesmo em um dependente dos patrões, pois era obrigado a comprar ferramentas e objetos nos armazéns da empresa por preços muito alto que nunca conseguiam pagar.
Outro produto que no final do século XIX e inicio do século XX se destacou na economia de Mato Grosso foi a borracha, sobretudo a da “mangabeira”, de melhor qualidade que o da seringueira e de alto valor no mercado externo, principalmente o inglês.
As Expedições de Rondon
A necessidade de proteger militarmente as fronteiras brasileiras e favorecer o progresso econômico resultou na organização da Comissão Construtora de Linhas Telegráficas de Mato Grosso (1900-1906) e da Comissão de Linhas Telegráficas de Mato Grosso ao Amazonas (1907-1915), chefiadas por Rondon. Paralelamente aos seus objetivos estratégicos, essas comissões tiveram um papel pioneiro junto às populações indígenas contatadas, demarcando suas terras e assegurando aos índios trabalho nas obras para a instalação das linhas. A segunda, conhecida por Comissão Rondon, destacou-se pelo seu caráter científico, dando origem a uma série de estudos elaborados pelos mais importantes especialistas da época. Rondon levou em sua comissão botânicos, ambientalistas, biólogos, e vários outros profissionais que permitiram a elaboração de um vasto material cientifico da região.
A Marcha para o Oeste
O Governo de Vargas na década de 1930 resolve romper com o isolamento dos espaços regionais do oeste brasileiro através da Marcha para o Oeste, que tem como principal feito a Expedição Roncador-Xingu foi parte do processo de interiorizacão do Brasil, criada em 1943 pelo governo de Getúlio Vargas. Os irmãos Cláudio e Orlando Vilas Boas participara dessa expedição e passaram cerca de trinta e cinco anos no Brasil Central e contribuiram de maneira expressiva para o conhecimento da região e para a preservação do local. Catalogaram cerca de cinco mil indígenas e várias tribos. Criaram algumas cidades como postos de base (pontos de entruncamento) na região, como a cidade de Nova Xavantina. Criaram também o Parque Indígena do Xingu.
A pretexto da Margem para o Oeste o Governo Federal criou também órgãos públicos como instituto e departamentos alem da criação de colônias como a de Dourados e Taquara – Mirim. A venda dessas terras ficou a cargo do DTC (Departamento de Terras e Colonização) que vai dar origens ao INTERMAT (Instituto de Terras de Mato Grosso), em 1976.
Em 1943, é criado o território Federal do Guaporé, atual estado de Rondônia, desmembrado de Mato Grosso.
Os Governos Militares
A partir de 1964 os governos militares passam a facilitar o crédito e incentivos fiscais para a formação de amplos latifúndios. É criado o BASA (Bando da Amazônia S/A), a SUDECO (Superintendência para o Desenvolvimento do Centro Oeste) e a SUDAM (Superintendência da Amazônia). Abre-se também, estrada como a Cuiabá – Porto Velho.
Na década de 1970, esse processo vai se intensificar com o PIN (Plano de Integração Nacional) que sob o slogan de “integrar para não entregar”, o governo inicia uma serie de obras de infra-estrutura na Amazônia como rodovias (Cuiabá – Santarém e Transamazônica), hidrelétricas (Tucurui) e outras, alem de vários projetos de colonização agropecuária, tanto oficiais a cargo do INCRA, particulares sob a gerencia de colonizadoras como a SINOP – Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná, quanto Projetos de Ação Conjunta (PAC) entre INCRA e cooperativas como é o caso da COTREL – Cooperativa Trintícola Erechim LTDA, no município de Guarantã do Norte.
1977 o governo federal decretou a divisão do Estado de Mato Grosso, formando então Mato Grosso e Mato Grosso do Sul devido a "dificuldade em desenvolver a região diante da grande extensão e diversidade.

Fontes

FERREIRA, João Carlos V. Mato Grosso e seus municípios. Cuiabá: Secretaria de Estado da Cultura, 1997.
PIAIA, Ivane Inez. Geografia de Mato Grosso. 3. ed. ver. amp. Cuiabá: EdUNIC,2003.
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=284761&edicao=11808&anterior=1
http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/rusga-mato-grosso.htm
http://www.museudoindio.org.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Mato_Grosso
http://geografandotga.blogspot.com/2007/06/histria-de-mato-grosso.html
http://www.infoescola.com/mato-grosso/historia-do-mato-grosso/

Mato Grosso